Discriminação de género é persistente na agricultura
2018-10-18
Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Rural, um estudo realizado em 17 países, incluindo Portugal e Espanha, pela empresa Corteva Agriscience, conclui que as mulheres veem progressos, mas muito lentos, no reconhecimento do seu trabalho na agricultura. Além das diferenças salariais, menos de 50% sente-se valorizada, ouvida ou capacitada para tomar decisões.
Envolvendo para cima de 4 mil inquiridas em países desenvolvidos e em países em desenvolvimento nos cinco continentes, o inquérito revela que a discriminação de género é transversal, persistente e coloca obstáculos à capacidade produtiva das mulheres que trabalham na agricultura.
A perceção da discriminação com base no género é particularmente alta na Península Ibérica, onde mais de três quartos das mulheres acreditam que não existem, no seu dia-a-dia, as mesmas oportunidades, nem as mesmas possibilidades de tomada de decisão sobre questões fundamentais, como a utilização dos recursos ou benefícios.
Saiba mais sobre este estudo nos documentos em ANEXO.
https://www.corteva.com/forms/privacy-request.html
Consulte aqui o documento.
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